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Trump admite gasolina mais cara enquanto petróleo volta a US$ 100


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Trump admite gasolina mais cara enquanto petróleo volta a US$ 100
Crédito: exame.com

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os americanos devem enfrentar gasolina mais cara “por um tempo”, em meio à escalada do conflito com o Irã. A declaração foi feita no Salão Oval, onde Trump indicou que não pretende acelerar o fim da guerra e que pode intensificar a resposta militar caso não haja acordo com Teerã, de acordo com o Barron’s. O preço do petróleo está de volta a mais de US$ 100 por barril nesta sexta-feira, 24, refletindo a percepção de que o conflito tende a se prolongar.

Petróleo ultrapassa US$ 100

Os contratos futuros de junho do tipo Brent avançavam 2%, por volta de US$ 107,17. Já os contratos futuros do West Texas Intermediate (WTI) subiam 1,63%, a cerca de US$ 97,38. O movimento reflete a percepção de que o conflito tende a se prolongar, mantendo riscos extensos para o fornecimento global, de acordo com informações coletadas pelo canal. O patamar de US$ 100 por barril volta ao radar dos investidores como um nível sensível, com potencial de pressionar a inflação e influenciar decisões de política monetária em diversas economias.

Justificativa da estratégia

Ao justificar a estratégia, o republicano disse que o objetivo é impedir que o país continue desenvolvendo armas nucleares, mesmo que isso implique custos mais altos de energia no curto prazo. O cenário é de incerteza. Fontes consultadas pelo Barron’s evidenciaram que o alto patamar de preços tende a pressionar combustíveis e cadeias produtivas não só nos Estados Unidos, mas em outros países do mundo, com efeitos diretos sobre índices de inflação e nos juros.

Riscos no Estreito de Ormuz

No centro das preocupações está o Estreito de Ormuz, rota de escoamento do petróleo por onde passa um quarto da produção mundial. Episódios recentes na região ampliaram o prêmio de risco nos preços. Informações divulgadas pelo Wall Street Journal e pela agência de segurança marítima do Reino Unido apontam que a Guarda Revolucionária do Irã atacou três embarcações na quarta-feira, 22, pouco depois do anúncio dos EUA sobre a extensão de uma trégua envolvendo Israel e Líbano. Em resposta, Trump afirmou ter ordenado à Marinha dos EUA que ataque e destrua embarcações envolvidas na instalação de minas no Estreito.

Impactos globais

O cenário é de incerteza. Fontes consultadas pelo Barron’s evidenciaram que o alto patamar de preços tende a pressionar combustíveis e cadeias produtivas não só nos Estados Unidos, mas em outros países do mundo, com efeitos diretos sobre índices de inflação e nos juros. A declaração de Trump, feita no Salão Oval, indica que o governo norte-americano está disposto a arcar com custos energéticos mais altos no curto prazo para conter o programa nuclear iraniano. O movimento reflete a percepção de que o conflito tende a se prolongar, mantendo riscos extensos para o fornecimento global.

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