Um funkeiro brasileiro assinou um contrato de R$ 20 milhões para levar seus hits aos Estados Unidos. O acordo, cujos detalhes a fonte não detalhou, marca mais um passo na internacionalização do gênero. O movimento ocorre em um contexto de ascensão do funk brasileiro, que vem ganhando espaço nas paradas internacionais.
Brazilian phonk: o fenômeno das redes
O funk brasileiro se tornou um fenômeno nas redes sociais nos últimos três anos, com direito a um nome em inglês para acompanhar: brazilian phonk. O termo reflete a adaptação do gênero para um público global, especialmente por meio de plataformas como TikTok e YouTube. Essa exposição tem impulsionado artistas e hits para além das fronteiras do Brasil.
Um exemplo é o hit de Bibi Babydoll, “Automotivo Bibi Fogosa”, que alcançou o topo das paradas na Ucrânia e o Top 10 em Belarus e Cazaquistão. O sucesso em países do Leste Europeu mostra como o brazilian phonk está conquistando ouvintes em regiões inesperadas. A faixa se tornou um fenômeno viral, impulsionando a carreira da cantora.
Vídeo: YouTube | Fonte: exame.com
Anitta e o caminho internacional
Anitta tem carreira internacional consolidada. A cantora, que já colaborou com artistas globais e se apresentou em grandes festivais, abriu portas para o funk brasileiro no exterior. Seu sucesso demonstra que é possível para artistas do gênero alcançarem reconhecimento além do Brasil, servindo de inspiração para novos talentos.
O contrato de R$ 20 milhões assinado pelo funkeiro segue essa tendência de expansão. A aposta de uma gravadora ou investidor nos EUA indica confiança no potencial do gênero. A fonte não detalhou, no entanto, quais hits serão levados nem o cronograma do projeto.
Boom global segundo a The Economist
O ritmo está na “eminência de um boom global”, nas palavras da The Economist. A publicação britânica destacou o crescimento do brazilian phonk e seu potencial para se tornar um fenômeno mundial. A análise ressalta como o gênero, antes restrito ao Brasil, agora encontra ressonância em diferentes culturas.
Esse boom pode ser impulsionado por contratos como o de R$ 20 milhões, que viabilizam a produção e divulgação de músicas no mercado americano. A combinação de ritmos dançantes e letras cativantes tem atraído um público diverso. Resta acompanhar se o funkeiro conseguirá repetir nos EUA o sucesso já visto em outros países.
Fonte
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