Economia

Putin sinaliza disposição para concessões em acordo de paz na Ucrânia


2 mins de leitura
Putin sinaliza disposição para concessões em acordo de paz na Ucrânia
Crédito: valor.globo.com

Putin sinaliza abertura para concessões em acordo de paz

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira que está disposto a fazer concessões para viabilizar um acordo de paz com a Ucrânia. Segundo Putin, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, solicitou que a Rússia cedesse em alguns pontos para alcançar uma solução negociada. Putin acrescentou que acredita que Trump busca “sinceramente” um fim para a guerra.

Putin vê esforço sincero de Trump

Em suas declarações, Putin destacou que percebe em Trump uma intenção genuína de resolver o conflito. O líder russo não detalhou quais concessões estariam sendo consideradas, mas afirmou que a Rússia está aberta ao diálogo. A fala ocorre em meio a intensos combates no terreno.

Conflito continua com ataques de drones

Apesar dos sinais de abertura diplomática, os confrontos militares persistem. Os dois países têm trocado ataques quase diariamente. A Ucrânia, segundo reportagem do Financial Times, começa a alterar a dinâmica do conflito graças ao aumento de sua produção de drones. Kiev lançou drones contra São Petersburgo nesta semana, demonstrando sua capacidade de atingir alvos distantes.

Ofensiva russa deixa 23 mortos

Em resposta, a Rússia lançou uma ofensiva de grande escala contra a Ucrânia, atingindo várias cidades com mísseis e drones. O ataque matou ao menos 23 pessoas e feriu mais de 130. Segundo Moscou, a ofensiva foi uma retaliação à destruição de um dormitório para jovens em Luhansk, na área ocupada pelos russos. O ataque ao dormitório em Luhansk matou 21 pessoas e deixou outras 40 feridas. A Ucrânia nega ter lançado o drone envolvido na ação.

Enquanto isso, as negociações de paz seguem incertas. A disposição de Putin em fazer concessões, somada à percepção de que Trump busca sinceramente a paz, pode abrir caminho para um diálogo mais concreto. No entanto, os recentes ataques mostram que o conflito ainda está longe de um desfecho.

Fonte