As Forças Armadas mobilizarão 26,5 mil militares para apoiar a realização do primeiro turno das eleições 2026, neste domingo, 4. A atuação ocorre em conjunto com a Justiça Eleitoral e os órgãos de segurança pública, com o objetivo de garantir a normalidade dos trabalhos eleitorais e o livre exercício do voto. Participam da operação militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Garantia da Votação e Apuração em números
Na chamada Garantia da Votação e da Apuração (GVA), as Forças Armadas estarão presentes em 482 municípios de 12 estados. Ao todo, a operação abrangerá 8.827 locais de votação. O emprego dos militares ocorre a partir de requisição da Justiça Eleitoral e depende de autorização presidencial.
A missão é garantir a ordem pública e o livre exercício do voto. Os militares farão ações de presença e patrulhamento em áreas definidas previamente pela Justiça Eleitoral. A atuação busca dar segurança a eleitores, mesários e demais profissionais envolvidos na votação e na apuração.
O emprego das Forças Armadas na GVA está previsto no Código Eleitoral. Para as eleições deste ano, a atuação foi autorizada pelo Decreto nº 13.073, de 21 de julho de 2026. O planejamento pode ser ajustado conforme novas demandas do TSE.
Logística eleitoral em áreas remotas
Além da segurança dos locais de votação, os militares também serão responsáveis por parte da logística eleitoral. O apoio ocorrerá em 121 localidades de 44 municípios de oito estados. A operação inclui o transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes eleitorais.
A medida é voltada principalmente a regiões onde as condições geográficas dificultam o acesso por meios convencionais. Serão utilizados aviões, helicópteros, embarcações e viaturas militares. A estrutura permitirá atender comunidades isoladas, terras indígenas, localidades ribeirinhas e outras regiões remotas.
O apoio logístico das Forças Armadas à Justiça Eleitoral é utilizado principalmente em locais com dificuldades de acesso e mobilidade. Os estados e municípios específicos serão divulgados pelo TSE conforme o planejamento., mas destacou que o planejamento pode ser ajustado conforme novas demandas do TSE.
Integração com a Justiça Eleitoral
A integração com a Justiça Eleitoral e o transporte de urnas para áreas remotas são parte da operação. O emprego dos militares é feito mediante requisição da Justiça Eleitoral e autorização presidencial.
Os militares farão ações de presença e patrulhamento em áreas definidas previamente pela Justiça Eleitoral. A atuação busca dar segurança a eleitores, mesários e demais profissionais envolvidos na votação e na apuração. A missão é contribuir para a preservação da ordem pública e a normalidade dos trabalhos eleitorais.
A possibilidade de emprego das Forças Armadas na GVA está prevista no Código Eleitoral. Para as eleições deste ano, a atuação foi autorizada pelo Decreto nº 13.073, de 21 de julho de 2026. O planejamento pode ser alterado conforme novas demandas apresentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Meios de transporte e alcance
Para chegar às áreas de difícil acesso, serão utilizados aviões, helicópteros, embarcações e viaturas militares. A estrutura permitirá atender comunidades isoladas, terras indígenas, localidades ribeirinhas e outras regiões remotas. O apoio logístico das Forças Armadas à Justiça Eleitoral é utilizado principalmente em locais com dificuldades de acesso e mobilidade.
A operação inclui o transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes eleitorais. O apoio ocorrerá em 121 localidades de 44 municípios de oito estados. A fonte não detalhou quais estados ou municípios específicos serão atendidos, mas destacou que o planejamento pode ser ajustado conforme novas demandas do TSE.
Além da logística, os militares também atuarão na segurança dos locais de votação. Na GVA, as Forças Armadas estarão presentes em 482 municípios de 12 estados, abrangendo 8.827 locais de votação. A atuação busca dar segurança a eleitores, mesários e demais profissionais envolvidos na votação e na apuração.
Base legal e autorização
A possibilidade de emprego das Forças Armadas na GVA está prevista no Código Eleitoral. O emprego dos militares ocorre a partir de requisição da Justiça Eleitoral e depende de autorização presidencial. Para as eleições deste ano, a atuação foi autorizada pelo Decreto nº 13.073, de 21 de julho de 2026.
O planejamento pode ser alterado conforme novas demandas apresentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A missão é contribuir para a preservação da ordem pública, a normalidade dos trabalhos eleitorais e o livre exercício do voto. Participam militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
A operação ocorre em conjunto com a Justiça Eleitoral e os órgãos de segurança pública. A atuação inclui ações de segurança em locais de votação e o transporte de urnas, equipamentos e equipes da Justiça Eleitoral para áreas de difícil acesso. Os militares farão ações de presença e patrulhamento em áreas definidas previamente pela Justiça Eleitoral.
Fonte
- exame.com
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