Economia

Suspeita de ebola no Rio: homem vindo de Uganda é isolado


2 mins de leitura
Suspeita de ebola no Rio: homem vindo de Uganda é isolado
Crédito: valor.globo.com

Um homem vindo de Uganda, país africano que registra surtos de ebola em algumas regiões, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde do Rio de Janeiro após apresentar sintomas virais como tosse, calafrios e diarreia. O paciente foi transferido para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), referência nacional para o atendimento de casos suspeitos da doença. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) informou que o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) foi acionado neste sábado após a identificação do caso.

Protocolo de segurança adotado

Em razão do histórico de viagem e dos sintomas apresentados, o protocolo de segurança para suspeitas de ebola foi imediatamente adotado. A secretaria destacou que os protocolos têm como objetivo identificar rapidamente possíveis ameaças sanitárias e adotar medidas para evitar a disseminação de doenças e reduzir riscos à população. Na noite deste sábado, a Fiocruz informou à secretaria que o paciente testou positivo para malária. Apesar do diagnóstico, ele permanecerá em isolamento até a conclusão dos exames que irão descartar ou confirmar a infecção pelo vírus ebola, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Rastreamento de contatos

Equipes da Vigilância Epidemiológica do estado e do município do Rio realizam o rastreamento de pessoas que tiveram contato com o paciente. Os contactantes estão sendo orientados a comunicar imediatamente às autoridades de saúde caso apresentem sintomas como febre alta de início súbito, dor de cabeça intensa, dores musculares ou dores nas articulações. A SES-RJ não detalhou quantas pessoas estão sendo monitoradas.

Monitoramento de rotina

Segundo a SES-RJ, o monitoramento de doenças com potencial para provocar emergências em saúde pública faz parte da rotina do Centro de Inteligência em Saúde do Estado do Rio de Janeiro (CIS-RJ). O trabalho inclui o acompanhamento de enfermidades já conhecidas no estado, como a dengue, além de doenças raras ou sem registro de circulação no país, como o ebola. A fonte não detalhou o estado de saúde atual do paciente nem o tempo previsto para a conclusão dos exames.

Fonte