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VIVT3 anuncia R$500 milhões em JCP para 2026

VIVT3 anuncia R$500 milhões em JCP para 2026

Crédito: www.seudinheiro.com

Conselho aprova R$ 500 milhões em JCP

O conselho de administração da dona da Vivo aprovou a distribuição de R$ 500 milhões sob a forma de juros sobre capital próprio (JCP). A decisão foi tomada em reunião recente, conforme comunicado ao mercado. O montante será destinado aos acionistas da companhia, reforçando a política de remuneração aos investidores.

Os juros sobre capital próprio representam uma forma de distribuição de lucros, com vantagens fiscais tanto para a empresa quanto para o acionista. No caso da Vivo, o valor total de R$ 500 milhões será pago com base na posição acionária em data específica. A fonte não detalhou o cronograma completo, mas informou as principais datas.

Vídeo: YouTube | Fonte: www.seudinheiro.com

Valor por ação: bruto e líquido

O valor bruto por ação é de R$ 0,1565. Esse montante será pago antes da retenção do imposto de renda na fonte, que é de 17,5%. Assim, o valor líquido por ação é de R$ 0,1291, considerando a retenção de 17,5% na fonte. Investidores devem considerar esse desconto ao calcular o rendimento efetivo.

Para quem está sujeito à alíquota padrão, o valor líquido é o que efetivamente cairá na conta. Já acionistas com regime diferenciado de tributação, como isentos ou pessoas jurídicas com benefícios fiscais, podem ter tratamento distinto. A companhia informou que esses acionistas devem comprovar essa condição até 3 de agosto de 2026 junto ao Banco Bradesco, responsável pelo pagamento.

Datas importantes para o investidor

Para ter direito ao JCP, é necessário terminar o dia 27 de julho de 2026 com as ações VIVT3 na carteira. Essa é a data de corte, também chamada de data com direito ao provento. Quem comprar as ações a partir do dia 28 de julho de 2026 não terá direito ao JCP, pois as ações passam a ser negociadas sem o direito ao provento.

A base acionária será verificada em 27 de julho. Portanto, investidores que desejam receber o provento devem garantir a compra até o pregão do dia 26 de julho (considerando a liquidação em D+2). A fonte não detalhou o horário limite, mas recomenda-se confirmar com a corretora.

Pagamento e possíveis ajustes

O pagamento será realizado até 30 de abril de 2027. Isso significa que os acionistas podem esperar o crédito em conta até essa data, embora a companhia possa antecipar. Os JCP serão imputados ao dividendo obrigatório referente ao exercício social de 2026. Ou seja, esse valor conta como parte do dividendo mínimo que a empresa é obrigada a distribuir.

No entanto, o valor por ação poderá ser ajustado caso haja recompras de ações no âmbito do programa de recompra atualmente em vigor. Se houver alteração, a companhia divulgará um comunicado ao mercado com o novo valor por ação. Isso protege os acionistas de eventuais diluições ou mudanças no número de ações em circulação.

Como proceder para receber

Acionistas com regime diferenciado de tributação devem comprovar essa condição até 3 de agosto de 2026 junto ao Banco Bradesco. A comprovação é necessária para que a alíquota reduzida ou a isenção seja aplicada corretamente. Quem não comprovar dentro do prazo terá o imposto retido na fonte à alíquota padrão de 17,5%.

Para os demais acionistas, o pagamento será automático, creditado na conta de investimentos vinculada ao CPF. Recomenda-se verificar com a corretora se os dados cadastrais estão atualizados. A fonte não detalhou o formato do crédito (se em conta corrente ou de corretagem), mas geralmente segue o padrão do mercado.

Em resumo, a dona da Vivo distribuirá quase meio bilhão de reais aos acionistas, com valor por ação definido e datas claras. O investidor deve ficar atento ao calendário e, se for o caso, à comprovação de regime tributário especial. A companhia manterá o mercado informado sobre eventuais ajustes no valor por ação.

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