A Silva Gym, rede de academias fundada pelo ex-advogado Rafael Silva, de 28 anos, conquistou um lugar à parte no mercado fitness. Cobra mensalidades que variam de R$ 839 a R$ 1 mil e mantém uma fila de espera de aproximadamente mil pessoas. O modelo de negócio prioriza exclusividade e pertencimento, afastando-se das academias tradicionais e dos estúdios convencionais.
Da carreira jurídica ao empreendedorismo fitness
A história da marca começou com Rafael Silva, que deixou a carreira jurídica para trabalhar com treinos de academia. A motivação veio após uma experiência negativa em uma academia convencional, onde encontrou um ambiente hostil entre profissionais. Essa vivência o levou a buscar um modelo diferente, focado em acolhimento e qualidade.
Vídeo: YouTube | Fonte: www.seudinheiro.com
Limite de alunos e atendimento personalizado
O principal diferencial da operação está no limite de alunos por unidade, com teto entre 300 e 500 alunos matriculados por academia. Cada professor atende, no máximo, três alunos simultaneamente. Os alunos precisam reservar horários e informar se o treino será focado em membros superiores ou inferiores, garantindo um planejamento individualizado.
Investimento inicial e evolução do tíquete médio
Com investimento de R$ 1,9 milhão, a primeira unidade ficou lotada em apenas três meses. No começo, o tíquete médio era de R$ 313. No segundo ano, o valor médio subiu para R$ 500. A virada veio no terceiro ano: com tíquete perto de R$ 900, a operação finalmente começou a dar lucro. Hoje, os planos custam entre R$ 839 e R$ 1 mil, dependendo da unidade.
Expansão via franquias a partir de 2024
A Silva Gym optou pela expansão via franquias a partir de 2024. Atualmente, a rede soma 28 unidades, sendo 14 em funcionamento e 14 em construção. Desse total, 26 são franquias e duas são próprias, localizadas no Rio de Janeiro. Um dos exemplos de ações de branding é o Silva Day, evento gratuito voltado para alunos da rede e que já contou com atrações como Lennon, Cabelinho e Filipe Ret. André Lona se tornou sócio do negócio no início deste ano e hoje cuida da parte de branding.
Fila de espera e recusa a agregadores
Cerca de mil pessoas esperam para poder acessar o estabelecimento. A rede evita trabalhar com plataformas agregadoras, como Wellhub e TotalPass. Rafael afirma que usuários de agregadores costumam buscar conveniência e flexibilidade, enquanto o público da Silva Gym procura pertencimento, conexão social e identificação com a marca. Essa estratégia reforça o posicionamento premium e a exclusividade que geram a demanda reprimida.
Fonte
- www.seudinheiro.com
- 1 Embraer (EMBJ3) entra no radar da FAA: agência dos EUA manda inspecionar jatos (seudinheiro.com)
- 2 João Fonseca em Roland Garros: onde e quando assistir ao próximo jogo – e quan (seudinheiro.com)
- 3 Tesouro Reserva, CDB ou poupança: quanto rende deixar R$ 50 mil e R$ 5 mil em (seudinheiro.com)
- O novo investimento do Tesouro Direto que pode aposentar a poupança (www.youtube.com)

