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Petróleo fecha em alta de 3% com escalada de tensões EUA-Irã

Petróleo fecha em alta de 3% com escalada de tensões EUA-Irã

Crédito: valor.globo.com

Alta nos preços do petróleo

O petróleo tipo Brent com vencimento em junho registrou alta de 3,10%, cotado a US$ 105,07 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Já o WTI com entrega prevista para o mesmo mês subiu 3,11%, a US$ 95,85 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). O movimento reflete a continuidade das tensões geopolíticas que afetam a oferta global da commodity.

O estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o transporte de petróleo, segue fechado, o que intensifica os temores de interrupção no fornecimento. A região responde por cerca de um quinto do tráfego mundial de petróleo, e qualquer bloqueio prolongado pode pressionar ainda mais os preços.

Declarações de Trump sobre o conflito

Em meio à crise, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações em sua rede social, a Truth Social, no dia 23 de abril de 2026, às 16:03:20. Trump disse que ‘tem todo o tempo do mundo’ para acabar com o conflito, mas o Irã não. A frase sugere uma postura de paciência estratégica por parte dos EUA, enquanto o Irã enfrenta pressões internas e externas.

Além disso, Trump afirmou que ‘um acordo só será fechado quando for apropriado e bom para os Estados Unidos e nossos aliados’. A declaração indica que o governo americano não pretende ceder a pressões imediatas, priorizando seus interesses e os de seus parceiros.

Impacto no mercado e perspectivas

O fechamento do estreito de Ormuz e as tensões entre EUA e Irã criam um cenário de incerteza para o mercado de petróleo. Analistas apontam que a continuidade do bloqueio pode levar a novos aumentos nos preços, dependendo da duração do impasse. No entanto, a fonte não detalhou as possíveis consequências econômicas para outros setores.

O mercado permanece atento aos próximos passos diplomáticos, enquanto as cotações do Brent e do WTI refletem o risco geopolítico. A ausência de uma solução imediata mantém a pressão sobre os preços, que já acumulam ganhos significativos nas últimas semanas.

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