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Brava produz 79,4 mil barris por dia em fevereiro, alta de 7,6% no ano

Brava produz 79,4 mil barris por dia em fevereiro, alta de 7,6% no ano

Crédito: valor.globo.com

A Brava Energia, companhia formada pela fusão entre 3R Petroleum e Enauta, registrou um desempenho positivo em sua produção no mês de fevereiro. Os números divulgados mostram um crescimento significativo tanto na comparação com o mesmo período do ano passado quanto em relação ao mês anterior. Esse resultado ocorre em um contexto de retomada gradual de operações em um de seus principais ativos.

Produção da Brava Energia em fevereiro: crescimento de 7,6% no ano

A produção total da empresa no mês passado foi de 79,4 mil barris de óleo equivalente por dia. Esse volume representa um crescimento de 7,6% quando comparado ao desempenho de fevereiro do ano anterior. Além disso, houve um avanço de 7,2% sobre os números registrados em janeiro, indicando uma trajetória ascendente no curto prazo.

Composição por recursos energéticos

Juntos, os dois recursos formam a base do cálculo em barris de óleo equivalente, métrica padrão do setor que permite comparar de forma uniforme a produção de diferentes tipos de hidrocarbonetos.

Ativos operados pela Brava Energia

A Brava é a operadora dos campos Potiguar, Recôncavo, Papa-Terra, Atlanta e Peroá. Essas áreas são responsáveis pela maior parte da produção direta da empresa.

Retomada no campo Potiguar

O campo Potiguar, em particular, tem sido alvo de uma retomada gradual de operações pela companhia. A empresa espera alcançar níveis normalizados de produção com a conclusão do processo de liberação decorrente de auditoria feita pela ANP em 2025.

Participações em campos não operados

A companhia detém participações não operadas em três campos importantes:

Essa estratégia permite diversificar riscos e acessar diferentes reservas, complementando a produção direta dos campos sob gestão da Brava.

Perspectivas para a produção de petróleo e gás

A retomada gradual da operação no ativo Potiguar é um ponto de atenção para os próximos meses. A expectativa é que, com a conclusão do processo de liberação decorrente de auditoria feita pela ANP em 2025, a produção atinja patamares normalizados.

O crescimento de 7,6% na comparação anual e de 7,2% sobre janeiro já sinalizam uma trajetória positiva. Manter essa tendência dependerá de fatores como a eficiência operacional e as condições de mercado.

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